Nova abertura de Two and a Half Men

por Bárbara Keller

O seriado Two and a Half Men volta a ser exibido nos EUA no dia 19 de setembro com Ashton Kutcher substituindo Charlie Sheen. Enquanto aguardamos o retorno, podemos conferir a nova abertura do seriado divulgado pela CBS. No vídeo Kutcher aparece cantando a música clássica da abertura junto com Angus T. Jones (Jake) e Jon Cryer (Alan). Confiram:

Divagações sobre a Geração Y

Por Caroline Raupp

 

Um dia desses um ótimo texto, da ótima Eliane Brum, me fez pensar sobre questões que envolvem diretamente nosso dia a dia, mas nem sempre encontramos meios, palavras e tempo para falar sobre elas. Talvez essa seja a maior virtude de um bom texto, tratar de algo que diz respeito a todos, mas que de tão cotidiano, ninguém se dá ao trabalho de refletir sobre.

O texto em questão fala sobre as turbulências que os “novos adultos” (ela em nenhum momento usa o termo geração Y) que estão chegando agora no mercado de trabalho e iniciando suas vidas estão enfrentando.

O mais interessante é que além de detectar e identificar algumas dificuldades que são comuns há vários desses jovens, a escritora propõem uma discussão sobre as causas e possíveis consequências disso tudo. Tomemos consciência de que não somos invencíveis, e que isso não é feio ou errado. Por ser bem preparada essa geração chega ao mercado com expectativas lá em cima, já querendo reconhecimento e valorização, mas não é bem assim, o caminho de aprendizado é longo e deve ser percorrido com humildade e paciência. Dai-me paciência!

Texto Eliane Brum, “meu filho, você não merece nada

Talvez o grande desafio da nossa geração seja encarar o fato de que não somos tão especiais quanto achávamos, ou quanto nossos pais nos fizeram pensar. Quando constatamos que somos “absurdamente comuns”*, é difícil não se frustrar.

* Expressão do jornalista Andrei Andrade que também tem em seu blog um texto muito interessante sobre o mesmo tema.

Dom Teixeirone, o dono da bola

Por Caroline Raupp

para ler ouvindo: The GodFather

Escândalos de corrupção envolvendo o nome de Ricardo Teixeira, presidente da Confederação brasileira de futebol desde 1989, já não surpreendem mais ninguém. Mas tal qual um sabonete, Teixeira parece escorregar das mãos da justiça e se safar de cada denúncia. A Copa de 2014 se aproxima e com ela os holofotes do mundo do futebol se voltam para o Brasil, a pressão sobre Teixeira e a CBF estão cada vez maiores, sobrou até para a “república independente FIFA” que está mergulhada em uma crise da qual seu presidente Joseph Blatter não consegue se livrar.

Não sejamos ingênuos de imaginar que um negócio que tem números oficiais tão surreais como o futebol, não tenha coisas a esconder.

Teve o episódio da despedida do Ronaldo em que uma equipe de reportagem do SBT teria ficado trancada numa sala impedida de filmar a chegada do jogador ao estádio. O argumento: exclusividade de quem detêm os direitos de transmissão! WHAT!!! Direito de transmissão são vendidos da partida de futebol, ou até da chegada do Ronaldo foram vendidos também?

A revista Piauí do último mês trouxe um perfil revelador de Teixeira, como raramente se viu, e abriu os olhos de muita gente sobre a personalidade desse cartola que se porta como se fosse dono do futebol brasileiro, tem o apoio de poderosos e não se cansa de diminuir os poucos que ousam contestá-lo.

Nas últimas semanas, num lance que ficou meio nebuloso, uma campanha lançada no twitter contra Teixeira, com a #foraricardoteixeira simplesmente foi “desaparecido” dos TTs. A versão oficial do twitter dá conta de que muitos foram os tuits que só usavam a hashtag, e por isso todos tuits com aquela hashtag foram considerados spam… é mole?!

Bom, se o cara consegue ter influência até no twitter, que já mostrou sua força de mobilização popular ao ajudar a derrubar ditadores no oriente, é de pensar que podemos pouco contra ele. Mas não importa o resultado, o importante é encontrar uma forma de manifestar seu descontentamento com Dom Teixeirone e toda sua corja de aliados interesseiros. Durante o sorteio das eliminatórias para copa de 2014, que foi realizado no Rio de Janeiro, cerca de 500 de pessoas ligadas à FNT (Frente Nacional do Torcedor) se reuniram para protestar contra Teixeira. O grupo, que não tem ligação com partidos políticos, afirma que vai continuar os protestos além de pressionar os deputados pela abertura de uma CPI da CBF. O jornalista Juca Kfouri, um dos mais severos críticos de Teixeira, divulgou em seu blog um abaixo assinado, organizado pela mesma FNT, e que já conta com mais de 2.000 assinaturas pedindo intervenção do Ministério Público na CBF e no COL (comitê organizador local, também presidido por Teixeira).

Mas se tem poderosos aliados à Teixeira, também tem gente grande que não vai com os córnos do cartola. O maior exemplo é a presidenta Dilma Roussef, que sutilmente articula pra ficar bem longe de Teixeira e de toda sujeira em que ele está envolvido. Primeiro, Dilma nomeou Pelé (antigo desafeto do presidente da CBF) embaixador honorário da Copa. Durante o sorteio das eliminatórias, grande evento da FIFA transmitido para todo o mundo, a presidenta destacou a figura de Pelé em seu discurso, numa clara tentativa de diminuir a importância de Ricardo Teixeira, colocá-lo no seu devido lugar. A iniciativa da presidenta foi bacana, mas não pode ficar só nisso. Que ninguém espere que ele se sinta ofendido e peça para sair. Muitas decisões importantes para o futuro não só do futebol, mas do país, ainda vão passar por suas pouco confiáveis mãos. Tá bom para você?

Pra fechar esse longo post, um vídeo bem explicativo sobre os complexos esquemas de corrupção que Ricardo Teixeira é acusado de comandar. Trecho de um globo repórter antigo, de um dia que a Globo deve ter se sentido prejudicada em alguma coisa e resolveu atacar Teixeira, pena que já faz tanto tempo.

Amy Winehouse

Muitos podem não acreditar, mas esse texto foi escrito na sexta-feira, 22/07. Com o acontecimento de ontem, achei que deveria postá-lo mesmo assim, apenas acrescentei uma última parte…

Por Caroline Raupp

Adele versus Amy Winehouse

A cantora britânica Adele com seu grande sucesso Rolling in the deep chega pra suprir um nicho do mercado musical que está vago desde que Amy Winehouse saiu da casinha e passou a perder a batalha contra as drogas, que não a deixam voltar à música. Algumas cantoras já tentaram ocupar esse lugar, Adele é a bola da vez.

Cantoras de voz potente, ritmo forte e imagem retrô, acompanhadas por uma ótima banda. Sem dúvida Amy mostrou que existia público para esse tipo de som, mas depois do maravilhoso disco Back to Black, lançado em 2006, não conseguiu produzir mais. Poucas foram as músicas novas que apareceram na internet, quase sempre parcerias com outros cantores ou versões ao vivo de hits já lançados. Mesmo assim o sucesso da cantora continua e não faltam interessado em assistir seus shows. Mesmo sabendo que já não se pode esperar muito de sua performance no palco.

Claro que comparar Adele e Amy é uma provocação. Na verdade é uma forma de dizer que, na minha opinião, ainda não existe como compará-las. Amy trouxe de volta o soul, criou sua marca. É impossível ouvir uma música sua e não saber quem está cantando. Amy é certamente uma das melhores coisas que aconteceram na música na última década. Adele é ótima, mas precisa encontrar seu caminho para não se tornar outra cantora de uma música só.

                              

Atualizado…

Quase não acreditei ontem quando soube da morte de Amy Winehouse. Não porque ela fosse exatamente a pessoa mais saudável do mundo, mas por ter escrito o texto acima na sexta-feira. Antes de postá-lo resolvi fazer um pequeno depoimento .

Lembro exatamente da primeira vez que ouvi a música Rehab. Era cedo, tipo umas 6 e meia da manhã, a TV ligada na MTV enquanto eu esperava a van do seu Osmar para ir para Unisinos. Quando aquela figura pequena com um cabelão e uma super voz apareceu cantando uma música cheia de ritmo com uns backing vocals incríveis. Ela dizia de forma descarada que não ia para a Rehab. Pirei com a música e comecei a baixar tudo dela.

Anos se passaram e sempre continuei ouvindo as mesma músicas, sempre procurando uma nova versão, uma nova música e muito triste de ver que Amy estava cada vez mais acabada. Cheguei a duvidar que ela pudesse voltar a fazer músicas boas, mas não pensei que acabaria assim. Tão nova e tão doida.

Com a morte de Amy esqueçam, não haverá mais espaço para comparações.

Eu, que esperava ansiosa pelo seu novo disco, acabo esse triste post com um dos últimos sons de Amy que descobri através da Kátia Suman nos primórdios da sua rádio elétrica.

Paulo Roberto Falcão é demitido do Internacional

por Caroline Raupp

O Internacional demitiu Paulo Roberto Falcão pouco mais de três meses após seu retorno ao Beira-Rio como técnico. Como já havia opinado neste blog, acho uma fanfarronice da diretoria demitir um ídolo do clube sem dar tempo para ele trabalhar. Pelo menos, o mesmo tempo que foi dado aos últimos técnicos que passaram por lá. Se você já sabe que não vai bancar a permanência do cara, não contrata o Falcão, trás o Zé das couves, sei lá. E o mesmo se aplica à direção gremista, que errou em renovar com Renato e depois (veladamente) corrê-lo do Olímpico.

A verdade é que ídolo, torcida, jogadores e o clube não têm nada a ver com as disputas políticas que envolvem e afetam diretamente todas essas partes. Tem gente que se acha dono do clube. Esquecem que são os sócios que bancam a festa. A torcida do Inter tem toda razão em estar “P” da vida. O clube perdeu vários jogadores, a janela de transferência do mercado estrangeiro está quase fechando e ainda não se viu nenhum reforço passar por ela.

Não gosto de ser repetitiva, mas agora que Falcão se foi, quem será o novo técnico do Inter? Foi lá no início de junho que essa dúvida surgiu no meu texto e ainda não consigo enxergar alguma alternativa empolgante. O problema é que quem quer que seja o novo treinador vai precisar de (no mínimo) dois meses para colocar sua “cara” no time. Até lá estaremos em setembro. Até lá o campeonato pode estar decidido e 2011 estar acabado para o Inter.

Gol contra de Giovanni Luigi…

Livros e cinema: uma conversa com Ana Maria Bahiana

por Eduardo Nozari

Há 3 anos atrás fiz um curso de interpretação de cinema em Porto Alegre, ministrado pela jornalista Ana Maria Bahiana*. O curso foi muito bom e, como eu estava a poucos metros de uma figura ímpar do jornalismo brasileiro (momento puxa-saco), não pude perder a oportunidade de roubar uma entrevista. Eu e duas colegas de aula, então, conversamos com ela sobre literatura e cinema, mas acabei nunca publicando o material no meu blog da época e acho que agora é uma boa época para fazê-lo: amanhã estréia no Brasil Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II, último capítulo de uma das mais populares transposições livro->filme já vistas. Como foi feita em 2008, claro que a entrevista não fala sobre HP7, mas traz elementos importantes para saber mais sobre as adaptações. Segue:

Tu tens vasta experiência em cinema, já escreveu livros e também já escreveu roteiros. Qual a diferença do processo de criação de um livro e de um roteiro? 

Bom, a meu ver a diferença é que no livro você escreve imaginando que o filme vai ser feito na cabeça do leitor. Você pode deter-se em detalhes, em um mundo interior dos personagens. Já no filme você não tem esse tempo. O tipo de narrativa de um filme é completamente diferente do tipo de narrativa de um livro, o que torna a adaptação literária para cinema uma coisa muito difícil. Quando você escreve um argumento, ou um roteiro, você tem que ter um arco da narrativa que seja claramente explicitado em uma hora e meia ou duas. Você só tem aquele tempo para evoluir seus personagens e você só tem aqueles recursos para mostrar o mundo interior deles. Então são limitações que te dão uma estrutura típica do roteiro: você não tem o luxo da não-ação. No livro você pode ter a não-ação o quanto você quiser, pode dedicar páginas e páginas a nada acontecer, tudo em termos de pensamentos e sentimentos. Para mim essa é principal diferença: no livro, o filme tem que ser feito pela nossa cabeça, no filme em si o roteirista tem que ter esse trabalho.

Então, sob essa ótica, os roteiros originais seriam mais eficazes?

Aí depende de quão boa ou ruim é a adaptação. Eu sempre costumo dizer que o roteiro original é muito mais fácil de ser feito do que uma adaptação literária, pois você tem o controle completo de todos os elementos da narrativa. Como falamos, o livro é mais profundo de uma maneira, mas uma boa adaptação ou um bom roteiro também pode ser profundo, só que de outra maneira. O que uma boa adaptação faz é transformar tudo aquilo que é expresso em palavras em imagens. A boa adaptação não se limita a ser uma “contação” de histórias: “agora vou contar a história do livro com os recursos do livro”. Isso seria uma adaptação chata, a boa adaptação é: “eu vou trazer o mundo do livro em imagens. Eu vou informar os personagens, o que eles são, qual é o mundo deles, qual é a cabeça deles”. Tudo isso com imagens em ação e não com palavras. Um contra exemplo: O Código Da Vinci. O que é aquilo? É o tipo de adaptação ruim, de um livro que já não é grande coisa. Mas pelo menos o livro é uma coisa divertida, se bem que todos os livros do autor são iguais. Foi uma adaptação perfeitamente preguiçosa aquela. O roteirista (Akiva Goldsman) não teve muita originalidade. Aliás, ele é famoso por não ter muita originalidade, mas eu acho que se somou a isso o fato de que foi feito rápido, às pressas. Eles queriam aproveitar o impacto do livro. E um roteiro é uma coisa muito complicada de se fazer, é uma coisa que demora.

As pessoas geralmente reclamam que os filmes adaptados não são tão bons quantos os livros, mas grandes clássicos do cinema são adaptações de livros e acabam sendo mais conhecidos e renomados que os próprios livros. Por que tu achas que isso acontece?

Um livro é um livro e um filme é um filme.  Eu acho que se você for ao cinema esperando ter a mesma experiência do livro, você vai se frustrar em 99% das vezes. São coisas, são criaturas completamente diferentes. O bom filme adaptado sobrevive não necessariamente porque ele é uma boa adaptação, mas porque ele é um bom filme. Ele se sustenta como uma história filmada, contada com imagens. O filme é isso: imagem, ação e movimento. Texto, no cinema, na verdade é acessório. As pessoas confundem muito roteiro com diálogo. Roteiro é estrutura e não diálogo. Você pode ter um roteiro maravilhoso, mas que não tenha diálogo. Há um filme lindo do Bertolucci, Assédio, que é uma história de um choque cultural entre uma menina africana e um italiano. Os dois não conseguem se comunicar e por isso a maior parte do filme não tem diálogo nenhum e, mesmo assim, o filme é belíssimo. No filme você deve contar uma história com metáforas visuais, com som, com movimento, com ação, e com o olhar da câmera, que é o olhar do diretor dialogando conosco. Se o filme se sustenta com relação a isso, o material de origem se torna irrelevante. Um exemplo: Apocalypse Now é inspirado em Coração das Trevas, mas você não precisa ter lido o livro para achar o filme uma coisa maravilhosa, pois ele se sustenta em si mesmo como um filme.

Dos filmes (adaptados) lançados nos últimos anos, qual tu achas que tenha feito bem essa transposição para o cinema?  Um que tenha cumprido bem o que o livro quis passar.

Onde os Fracos Não Têm Vez. Foi perfeita a adaptação, e boa parte desse sucesso se deve ao material original, o livro de Cormac McCarthy. É bom lembrar que o primeiro passo para se fazer uma boa adaptação é escolher um livro que, de fato, renda um filme. Muitos dos livros que a gente lê e fala “isso daria um bom filme” talvez não dêem, por serem complexos demais, por serem literários demais ou por terem informações que só podem ser manuseadas pela mente do leitor e não pela do espectador. Cormac McCarthy é um escritor que escreve sucintamente, economicamente. Escreve de uma maneira cinematográfica. Ele deixa muito a ser imaginado pelo leitor e isso, para um diretor de cinema, é perfeito. O livro dá a estrutura, dá os personagens e deixa o diretor colocar em cima o seu olhar sobre aquilo tudo: como é a cara dessas pessoas, como elas se comportam, como é o mundo onde elas andam.

E os casos em que o autor do livro também escreve o roteiro? O Mario Puzo, em O Poderoso Chefão, por exemplo…

É, mas em toda a trilogia tem muito da visão do Coppola, que fez os roteiros junto com Puzo. Visualmente, a composição daqueles personagens, o ritmo daquela narrativa é cinematográfica. E nem sempre a presença do autor é uma coisa boa, porque a criação literária e a criação cinematográfica são muito diferentes. Não é comum o autor que possa navegar por essas duas áreas criativas. Aliás, mudando um pouco de assunto, para começar eu acho que o material que melhor se presta para ser adaptado para o cinema é o conto, e não o romance ou a novela. Um filme é um conto, e duas horas é o tempo perfeito para se contar uma história nesse formato. Quando você adapta uma obra literária mais complexa a coisa se torna complicada. Você tem que fazer tantas elipses, tanto cortes, tantas simplificações que você acaba aleijando a estrutura da própria história que você está contando.

*Ana Maria Bahiana é uma das maiores jornalistas culturais do Brasil. Já escreveu em tudo que é jornal e revista, aqui e lá fora, e foi correspondente da Rede Globo em Los Angeles por 7 anos. Hoje, entre outras atividades, ela mantém um blog e é a única representante do Brasil na Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, entidade responsável pela premiação dos Globos de Ouro.

**Colaboraram Bruna Schuch e Simone Bertuzzi.

Indicados ao Emmy 2011

por Bárbara Keller

Os atores Joshua Jackson (Fringe) e Melissa McCarthy (Mike & Molly) divulgaram nessa manhã a lista dos indicados a 63ª edição do Emmy Awards, considerado o Oscar da TV americana.Como de costume, a série dramática Mad Men lidera as indicações junto com a minissérie estrelada por Katie Winslet Mildred Pierce. A primeira recebeu 19 indicações enquanto a segunda ficou com 21 indicações.

Nas categorias de comédia, Modern Family, Glee e a veterana 30 Rock se mostram fortes concorrentes, enquanto Community permaneceu de fora da competição irritando muita gente. Quem também ficou de fora foi o elogiadíssimo drama Breaking Bad, mas por outro motivo, porque não exibiu um número mínimo de seis episódios dentro do período elegível, de 1º de junho de 2010 e 31 de maio de 2011. Damages ficou na mesma situação.

Só sei que eu fiquei feliz de ver a novata Game Of Thrones, da HBO, figurando nas principais indicações, junto com os dramas Friday Night Lights, Boardwalk Empire, Dexter e Mad Men.

A cerimônia de premiação acontece no dia 18 de setembro, em Los Angeles, com transmissão nos EUA pela Fox.  Já no Brasil, o evento deverá ser transmitido pelo canal Warner à partir das 21h. A atriz Jane Lynch (a Sue Sylvester de Glee),  que recebeu o Emmy de melhor atriz coadjuvante em uma série de comédia no ano passado, será a apresentadora.

Confira abaixo a lista dos indicados nas principais categorias: (A lista completa você encontra no site oficial do Emmy)

Série Dramática
Boardwalk Empire – HBO
Dexter – Showtime
Friday Night Lights – DirecTV
Game of Thrones – HBO
The Good Wife – CBS
Mad Men – AMC

Série Cômica
The Big Bang Theory – CBS
Glee – Fox
Modern Family – Fox
The Office – NBC
Parks and Recreation – NBC
30 Rock – NBC

Minissérie ou Telefilme
Cinema Verite – HBO
Downton Abbey – PBS/BBC
The Kennedys – ReelzChannel
Mildred Pierce – HBO
The Pillars Of The Earth – Starz
Too Big To Fail – HBO

Elenco de Série Dramática
Boardwalk Empire
Game Of Thrones
The Good Wife
The Killing
Mad Men

Elenco de Série Cômica
The Big C
Glee
Modern Family
Nurse Jackie
30 Rock

Elenco de Minissérie ou Telefilme
Cinema Verite
Downton Abbey
Mildred Pierce
Too Big To Fail
Upstairs Downstairs

Ator de Série Dramática
Steve Buscemi por Boardwalk Empire
Kyle Chandler por Friday Night Lights
Michael C. Hall por Dexter
John Hamm por Mad Men
Hugh Laurie por House
Timothy Olaphant por Justfied

Ator de Série Cômica
Alec Baldwin por 30 Rock
Louis C.K. por Louis
Steve Carrell por The Office
Johnny Galecki por The Big Bang Theory
Matt LeBlanc por Episodes
Jim Parsons por The Big Bang Theory

Ator de Minissérie ou Telefilme
Edgar Ramirez por Carlos
Greg Kinnear por The Kennedys
Barry Pepper por The Kennedys
Idris Elba por Luther
Laurence Fishburne por Thurgood
William Hurt por Too Big To Fail

Atriz de Série Dramática
Kathy Bates por Harry’s Law
Connie Britton por Friday Night Lights
Mireille Enos por The Killing
Mariska Harigtay por Law & Order: SVU
Julianna Margulies por The Good Wife
Elisabeth Moss por Mad Men

Atriz de Série Cômica
Edie Falco por Nurse Jackie
Tina Fey por 30 Rock
Laurie Linney por The Big C
Melissa McCarthy por Mike & Molly
Martha Plimpton por Rainsing Hope
Amy Poehler por Parks and Recreation

Atriz em Minissérie ou Telefilme
Diane Lane por Cinema Verite
Elizabeth McGovern por Downton Abbey
Kate Winslet por Mildred Pierce
Taraji P. Henson por Taken From Me: The Tiffany Rubin Story
Jean Marsh por Upstairs Downstairs

Ator Coadjuvante em Série Dramática
Peter Dinklage por Game Of Thrones
Josh Charles por The Good Wife
Alan Cumming por The Good Wife
Walton Goggins por Justified
John Slattery por Mad Men
Andre Braugher por Men Of A Certain Age

Ator Coadjuvante em Série Cômica
Chris Colfer por Glee
Jesse Tyler Ferguson por Modern Family
Ed O’Neill por Modern Family
Eric Stonestreet por Modern Family
Ty Burrell por Modern Family
Jon Cryer por Two And A Half Men

Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
Tom Wilkinson por The Kennedys
Guy Pearce por Mildred Pierce
Brian F. O’Byrne por Mildred Pierce
Paul Giamatti por Too Big To Fail
James Woods por Too Big To Fail

Atriz Coadjuvante em Série Cômica
Jane Lynch por Glee
Betty White por Hot In Cleveland
Julie Bowen por Modern Family
Sofia Vergara por Modern Family
Kristen Wiig por Saturday Night Live
Jane Krakowski por 30 Rock

Atriz Coadjuvante em Série Dramática
Kelly Macdonald por Boardwalk Empire
Archie Panjabi por The Good Wife
Christine Baranski por The Good Wife
Margo Martindale por Justified
Michelle Forbes por The Killing
Christina Hendricks por Mad Men

Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
Maggie Smith por Downton Abbey
Evan Rachel Wood por Mildred Pierce
Melissa Leo por Mildred Pierce
Mare Winnigham por Mildred Pierce
Eileen Atkins por Upstairs Downstairs

Ator Convidado em Série Dramática
Bruce Dern por Big Love
Beau Bridges por Brothers & Sisters
Michael J. Fox por The Good Wife
Paul McCrane por Harry’s Law
Jeremy Davie spor Justified
Robert Morse por Mad Men

Ator Convidado em Série Cômica
Idris Alba por The Big C
Nathan Lane por Modern Family
Zach Galifianakis por Saturday Night Live
Justin Timberlake por Saturday Night Live
Matt Damon por 30 Rock
Will Arnett por 30 Rock

Atriz Convidada em Série Dramática
Mary McDonnell por The Closer
Julia Stiles por Dexter
Loretta Devine por Grey’s Anatomy
Randee Heller por Mad Men
Cara Buono por Mad Men
Joan Cusack por Shameless
Alfre Woodard por True Blood

Atriz Convidada em Série Cômica
Kristin Chenoweth por Glee
Dot-Marie Joens por Glee
Gwyneth Paltrow por Glee
Cloris Leachman por Raising Hope
Tina Fey por Saturday Night Live
Elizabeth Banks por 30 Rock

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