Renato deixa o Grêmio mais ídolo do que nunca

Por Caroline Raupp

Faz muito tempo. No longínquo ano de 1983, Renato Portaluppi foi protagonista da maior conquista gremista, o mundial de clubes. Quem viu nunca esqueceu a importância dele para o clube, mas existia uma geração inteira que nem sequer havia nascido nessa época. Uma geração que tinha em Danrlei e Jardel seus principais expoentes. Quando Renato chegou ao Grêmio como treinador, em agosto do ano passado, essa conexão foi refeita. Todo gremismo demonstrado pelo grande ídolo acalentou os corações tricolores, tão sofrido pelo jejum de títulos e até mesmo pela recente rejeição de outro grande craque criado no clube, Ronaldinho, o traidor.

Quando afirmo que Renato deixa o Grêmio ainda mais ídolo do que quando chegou me refiro a toda essa geração, que o tinha apenas em imagens antigas e agora vai sentir falta da sua presença diária pelos corredores do Olímpico. O ídolo entre os imortais. Foi rápido, mas nos acostumamos com Renato e agora é difícil pensar no grêmio sem ele.

A direção que se prepare. Ficou claro que os torcedores queriam a permanência de Renato. Se a aposta em Julinho Camargo não der certo o presidente Odone vai ter dificuldade em recuperar sua imagem depois do desastre que tem sido sua gestão.

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